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04/05 00h31 2017 Você está aqui: Home / Saúde Da Redação Imprimir postagem

Assistente Social esclarece duvidas sobre o uso de drogas e destaca as formas de tratamento;

Em entrevista ao Portal Gazeta do Piauí, a Assistente Social, Angélica deu dicas sobre como prevenir-se das drogas e esclareceu diversas duvidas sobre o uso de drogas.

Inicialmente a Assistente Social destacou a diferença entre as drogas licitas e ilícitas;

Drogas Ilicitas: As drogas ilícitas são substâncias proibidas de serem produzidas, comercializadas e consumidas. Tais substâncias podem ser estimulantes, depressivas ou perturbadoras do sistema nervoso central, o que perceptivelmente altera em grande escala o organismo.

São drogas ilícitas: maconha, cocaína, crack, ecstasy, LSD, inalantes, heroína, barbitúricos, morfina, skank, chá de cogumelo, anfetaminas, clorofórmio, ópio e outras.

Drogas Licitas: São drogas cuja produção e uso são permitidos por lei, sendo liberada para comercialização e consumo. São drogas lícitas, por exemplo, as bebidas alcoólicas e o cigarro.

Angélica disse que nas cidades pequenas o poder da conscientização não é eficaz, tendo em vista a banalização da comercialização das drogas licitas. Ex: Os donos de bares sabem que não podem comercializar bebidas alcoólicas e nem cigarros para menores de idade, e mesmo assim o fazem, e conscientes do erro, porem respaldados na “tal banalização” da venda de cigarros e bebidas alcoólicas diversas para qualquer um, pois não fazem tão mal assim (na perspectiva da maioria). Porém, ai está um ledo engano! Não há droga boa! Todas as drogas são maléficas e trará pesadas consequências a quem usa-las! Não precisa ser maconha para ser prejudicial, droga é droga.

Como a família percebe que o filho ou qualquer outro parente está usando drogas?

Muda o comportamento! O ideal é não começar a usar, pois as drogas causam dependência e consequentemente, a morte. Ressaltou Angélica.

Sobre os tratamentos?

Existem muitas comunidades terapêuticas aqui meso no Piauí que tratam dependentes químicos; porem essas cominidades so aceitam os usuários que realmente queiram ser tratadas. Nada de forçar a barra de ninguém.

De outro lado existem as clinicas particulares nas quais não se faz necessário o consentimento do usuário; apenas a família solicita a internação do mesmo para o tratamento.

Angélica ainda ressaltou que as Clinicas são muito caras e que para ter acesso ao tratamento não forçado através das comunidades terapêuticas, que são custeadas pelo Governo do Estado, basta procura-la ou se dirigir ao serviço de Convivência de sua cidade e os profissionais que ali trabalham lhe direcionará ensinando os passos e procedimentos que você deve seguir para ter acesso ao tratamento.

Por Fernando Miranda

 


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