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17/02 17h20 2017 Você está aqui: Home / Economia Da Redação Imprimir postagem

Audiência pública da Ouro Preto em Floriano falou de empregos e esclareceu duvidas da população

Um dos três blocos operatórios ficará localizado entre as Cidades de Marcos Parente e Landri Sales, fatores estes que farão com que os municípios cresçam ainda mais.

A Audiência pública da Ouro Preto NO DIA 16/02 em Floriano mostrou que a presente atividade(exploração de gás natural ou petróleo na bacia do parnaiba) poderá abranger os seguintes municípios: (i) Marcos Parente, Landri Sales, Jerumenha, Sebastião Leal e Canavieira no bloco PN-T-151; (ii) Amarante, Arraial, Francisco Ayres, Floriano, Cajazeiras do Piauí, Nazaré do Piauí, Oeiras e uma pequena porção de São Francisco do Piauí e Regeneração no bloco PN-T-137; e, (iii) Ribeiro Gonçalves e Baixa Grande do Ribeiro no bloco PN-T-165.

O evento contou também com a presença de varias autoridades das cidades envolvidas como os Prefeitos de Landri Sales(Aurélio Sá), Pedro Nunes(Marcos Parente), bem como engenheiros e técnicos da SEMAR, OURO PRETO e demais autoridades estaduais dos diversos poderes que regem nosso estado.

Pôde-se notar também, muitos protestos por parte de manifestantes que pediam que o processo de exploração de petróleo e gás natural não acontecesse, pois eles (manifestantes) previam terríveis impactos ambientais para os municípios explorados. Também a presidente da OAB-FLO se manifestou fazendo criticas a Ouro Preto no que diz respeito à convocação formal da entidade (OAB-FLO) para participar da Audiência, porque na opinião da mesma isso não aconteceu e desta forma  exigia assim o cancelamento da mesma audiência. Porém a mesa que compunham a sessão foi taxativa em rebater as criticas da OAB e dos manifestantes, dizendo que o convite foi destinado formamente a OAB-FLO, como para toda população. Sobre a degradação do meio ambiente eles disseram que todos os possíveis riscos seriam erradicados através de 28 medidas, as quais estão inseridas em 10 políticas ambientais que já foram desenvolvidas para serem aplicadas durante e depois do processo de perfuração e exploração de petróleo e gás natural na região.  Também foi ressaltado que os fluidos e rejeitos oriundos do processo de perfuração dos poços serão destinados a uma empresa que será contratada de forma terceirizada para retira-los do.

O QUE OS MINICÍPIOS GANHAM?

Empregos de forma direta e indireta;

Aumento significativo da arrecadação da prefeitura;

Elevo significativo no setor comercial das cidades envolvidas;

ENTENDA O PROCESSO DE EXPLORAÇÃO:

Os blocos exploratórios PN-T-137, PN-T-151 e PN-T-165 foram adquiridos sob regime de concessão, pela empresa Ouro Preto Óleo e Gás S.A., na 11ª rodada de licitações promovida pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em 2013. O bloco PN-T-151 encontra-se localizado integralmente na porção sul do Estado do Piauí, o que pode garantir que esse bloco operatório fique localizado entre as Cidades de Marcos Parente e Landri Sales, enquanto os blocos PN-T-137 e PN-T-165 estão situados na divisa dos estados do Maranhão e Piauí.

SOBRE O LICENCIAMENTO:

O presente processo de licenciamento ambiental foi concebido em duas fases principais: Licenciamento Prévio: elaboração de um EIA-RIMA, cujo objeto abrange os poços exploratórios e de desenvolvimento da produção que venham a sere perfurados nos blocos PN-T-137, PN-T-151 e PN-T- 165. Nesta fase, o EIA trará uma caracterização ambiental em escala regional, entretanto contemplará o detalhamento da descrição da atividade de perfuração de poços, os critérios de delimitação das Áreas de Influência Direta e Indireta para os meios físico, biótico e socioeconômico para cada poço a ser perfurado, a avaliação e identificação dos principais aspectos e impactos esperados e a identificação e gerenciamento dos riscos.

Licenciamento da Instalação e Operação: Nesta fase do processo, a partir da definição das coordenadas das locações, a Ouro Preto encaminhará à SEMAR um detalhamento das condições ambientais no entorno das áreas de interesse, consolidado em um Estudo Ambiental (ex. PCA – Plano de Controle Ambiental), como subsídio para a instalação e a operação da atividade de perfuração. Esse Estudo Ambiental deverá apresentar a descrição da sonda de perfuração que será contratada pela Ouro Preto, além do refinamento da identificação e avaliação dos impactos ambientais considerando os componentes de valor ambiental presentes no entorno das locações dos poços.

CONFIRA IMAGENS DO EVENTO:

 


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